Reservas do Corinthians, em jogo festivo, massacram titulares do São Paulo, que busca vaga na Libertadores, e isso ajuda a mostrar a superioridade do time de Tite.
Foram 90 minutos em Itaquera que resumiram toda uma temporada. A maior goleada da história do clássico entre Corinthians e São Paulo mostra que surpreendente, mesmo, é o time do Morumbi ainda brigar por uma vaga no G-4 a duas rodadas do fim do Brasileiro – tem 56 pontos, na quarta colocação do torneio, empatado com o Internacional.
Foi contra o mesmo adversário deste último domingo, no mesmo estádio, que a equipe de Tite se apresentou como a mais forte do país, ainda no começo do ano. Após aquela vitória por 2 a 0 na fase de grupos da Libertadores, muita coisa aconteceu, entretanto.
Em Itaquera, protagonizou a humilhação suprema: foi goleado por 6 a 1 por seu principal adversário formado por uma maioria de reservas, no dia em que a ele seria entregue a taça do mais importante campeonato do país. Um pesadelo tricolor construído não em dois tempos de 45 minutos, três gols sofridos em cada, mas em uma temporada.
CÁSSIO FECHA O GOL
Já estava 6 a 1 quando Edu Dracena deu um carrinho para tentar tirar a bola de Carlinhos, que caiu dentro da área alvinegra. A marcação, polêmica, foi a primeira penalidade contra o Corinthians em todo o Campeonato Brasileiro. Alan Kardec bateu mal, Cássio pegou e fechou a noite dos hexacampeões da melhor forma.
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