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Através de decisão judicial, o site do jornal “O Estado do Maranhão”, está sendo brigado a retirar a notícia falsa de que o governador Flávio Dino está inelegível. Nesta segunda-feira (13) o veículo porta voz da oligarquia Sarney, mesmo constrangido, foi obrigado a dizer a verdade: “Candidatura de Flávio Dino está confirmada”. Leia abaixo a íntegra do direito de resposta do candidato sobre do PCdoB sobre mais essa fake news da oligarquia moribunda e que, sem voto, quer usar tapetão para tentar voltar.
Direitos de Resposta
Por meio de decisão judicial, a Coligação Todos pelo Maranhão vem a este espaço confirmar a candidatura de Flávio Dino à reeleição, erroneamente negada por este jornal.
Com mais de 30 anos de vida pública, Flávio Dino nunca foi processado e tem a ficha limpa. Esta decisão vinda de uma juíza de Coroatá, em um caso de eleição municipal, não impede sua candidatura.
Dino e Carlos Brandão, seu candidato a vice, estão devidamente inscritos para debater propostas em favor da justiça social e do desenvolvimento do Maranhão. Da mesma forma, a candidatura de Márcio Jerry a deputado federal está garantida.
A coligação Todos pelo Maranhão reafirma a seriedade, a honestidade e o trabalho sério de Flávio Dino como juiz, deputado e governador.
A Democracia garante e exige que os mandatários submetam-se ao voto popular, livre e secreto, jamais submetendo-se a manobras que somente tumultuam o processo democrático.
Coligação Todos pelo Maranhão
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Após proferir uma decisão que criou polêmica nesta semana, a juíza eleitoral de Coroatá, Anelise Reginato, foi representada no Conselho Nacional de Justiça sob acusação de agir com parcialidade na condução final do processo de cassação do prefeito Luís Mendes Filho, atual prefeito da cidade. Na sentença, a juíza defende que os direitos políticos de Flávio Dino e Márcio Jerry também fossem cassados.

Juíza eleitoral de Coroatá, Anelise Reginato…
A sentença veio a público na última quarta-feira (08) e foi prontamente contestada pelas partes acusadas. No entanto, ao longo dos dias seguintes, diversas outras informações vieram à tona e levaram os advogados do PCdoB a apresentarem ao Conselho responsável por julgar os magistrados de todo o país as razões da parcialidade da juíza.
A peça de acusação junta provas que constatam que Anelise agiu de forma irregular com o intuito de prejudicar a candidatura de Flávio Dino nas eleições ao Governo do Estado, que acontecem em menos de dois meses. Entre os elementos apresentados, estão o fato de que a juíza conduziu toda a parte final do processo sem ouvir o Ministério Público e juntou pessoalmente provas que não estavam incluídas na acusação inicial, assinada pela família Murad em 2016.
Os representantes alegam que ela agiu com atropelo ao incluir um vídeo do youtube, não apresentado por qualquer uma das partes, produzindo provas sem ouvir as partes e nem dar direito ao contraditório. Assim, ela estaria agindo como “advogada” da acusação, que sem informar sequer ao Ministério Público incluiu na sua decisão elementos novos e que não foram confrontados com a versão da defesa. O parecer do MP tinha sido dado em julho, mostrando a inconsistência das acusações de Murad contra Dino, conforme o JP informou na sexta-feira.
A peça junta ainda outros elementos de ordem pessoal, que podem ter interferido na condução questionada do processo. A atuação da juíza nas redes sociais, mostrando proximidade com dois líderes de oposição a Dino, foram algumas delas. Anelise interagia com páginas de facebook dos deputados Edilázio Junior, Aluísio Mendes e Alberico Filho. Todos os três são ligados diretamente à cúpula do grupo Sarney.
Outro ponto apresentado pela acusação foi a declaração dada por Edilazio de proximidade com a família da juíza. Em pronunciamento oficial na Assembleia Legislativa, o deputado disse ser amigo pessoal de Márcio Fontenele, esposo da magistrada.
Depois da chuva de críticas, a juíza pediu desfiliação da Associação Maranhense dos Magistrados e recebeu o apoio de parlamentares do grupo Sarney, bem como da Associação Brasileira dos Magistrados. Ela ainda deu entrada em pedido de investigação sobre as postagens feitas por ela própria no facebook, em que diz sentir-se à vontade no Grupo Mirante – sistema de Comunicação pertencente aos filhos de José Sarney.
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Juíza eleitoral de Coroatá, Anelise Nogueira Reginato…
A sentença proferida pela juíza eleitoral de Coroatá, Anelise Nogueira Reginato, decretando suposta inelegibilidade do governador Flávio Dino (PCdoB) e do ex-secretário Márcio Jerry por oito anos, nasceu carregada de incoerências explícitas.
Além de a decisão ser de uma juíza de primeira instância, o que, portanto, inviabiliza qualquer possibilidade de inelegibilidade, são fartas as evidências de que a juíza atuou como verdadeira “advogada” em favor da requerente da ação, a ex-prefeita de Coroatá, Tereza Murad, esposa de Ricardo Murad.
A juíza Anelise Reginato usou trechos do discurso de Flávio Dino e Márcio Jerry durante comício em Coroatá para embasar sua sentença. O problema é que a interpretação da magistrada foi visivelmente parcial e hiperbólica, com perceptível intenção de beneficiar o clã Murad.
Anelise Reginato usou elementos frágeis como provas para decidir sobre a inelegibilidade de Dino e Jerry, como entendeu a promotora Aline Silva Albuquerque, que em parecer, classificou como improcedente a sentença e pediu o arquivamento do processo.
“Não existe proibição legal para os chamados apoios políticos, ainda que advindo de ocupando de cargo eletivo e outro não”, disse a representante do Ministério Público.
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O petista Márcio Jardim, que lutou firmemente para ser candidato ao Senado pelo seu partido, o PT, declarou apoio ao nome do deputado federal Weverton Rocha (PDT) ao Senado. Na noite desta sexta-feira (10), Jardim postou em sua conta no Fecebook a imagem de mãos dadas com o pedetista e declarou o voto. “Lutei muito para ser o candidato do PT ao senado, mas o meu partido definiu outra estratégia eleitoral, que eu respeito. Jamais me omitiria diante de um momento tão grave da nossa história. Assim sendo, daqui pra frente me somo na luta para eleger Weverton senador do Maranhão.” Anunciou Márcio.
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Juíza Anelise Nogueira Reginato tentou criar instabilidade no pleito eleitoral contra o governador Flávio Dino (PCdoB)…
O império de comunicação da família Sarney, que além de TV’s, rádios e impressos, também possui sites e diversos blogs, parece preocupado com a juíza Anelise Nogueira Reginato, da Comarca de Coroatá.
Após os desdobramentos da decisão absurda da juíza que tenta criar instabilidade no pleito eleitoral contra o governador Flávio Dino (PCdoB), a imprensa local tirou Anelise do anonimato e vem revelando as ligações da Magistrada com a família da ex-governadora Roseana Sarney.
Entre as tantas inquietações dos sarneysistas em ralação à meritíssima existe o processo no qual Anelise fora aprovada no Tribunal de Justiça do Maranhão(TJ-MA). O clima de tensão é por conta de algum fato curioso constante no mandado de segurança impetrado em 2009, quando ela pediu revisão de uma nota.
Outra ansiedade dos que defendem a Magistrada diz respeito às decisões polêmicas que ela tomou enquanto juíza de Olinda Nova do Maranhão e Arari.
Mas qual o motivo da preocupação já que a juíza nunca agiu contra a Lei?!?
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Juíza ignorou parecer do Ministério Público que sustentou falta de provas…
Em parecer emitido no dia 17 de julho deste ano, a promotora de Justiça Aline Silva Albuquerque, titular da 2ª Promotoria de Justiça da Comarca de Codó, classificou como improcedente e pediu o arquivamento de uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral que transformou-se em uma sentença proferida pela juíza Anelise Nogueira Reginato, da 8ª Zona Eleitoral de Coroatá, na qual a magistrada cassou os mandatos de Luís Mendes Ferreira Filho e Domingos Alberto Alves de Sousa, prefeito e vice-prefeito do município.
A magistrada ainda imputou uma infundada inelegibilidade sem qualquer valor jurídico ao governador Flávio Dino e ao ex-secretário estadual de Comunicação e Assuntos Políticos, Márcio Jerry, ambos do PC do B.
A Ação foi proposta pela coligação “Coroatá com a Força de Todos”, que teve como candidata a prefeita a ex-deputada Teresa Murad, esposa do ex-secretário estadual de Saúde, Ricardo Murad, desafeto político dos dois comunistas.
A promotora considerou como frágeis as provas apresentadas pela coligação adversária e que foram juntadas nos autos do processo. “Simplesmente não existe elementos que levem este órgão ministerial e fiscal da lei a vislumbrar abuso de poder ou desvio de campanha. Não existe proibição legal para os chamados apoios políticos, ainda que advindo de ocupando de cargo eletivo e outro não”, disse Aline Silva Albuquerque
“Assim, não há impedimento legal ou irregularidade vislumbrada nos fatos narrados, ressaltando esta Promotora de Justiça que, em cumprimento aos dispositivos da Lei nº 9504/97, manifesta-se pelo arquivamento dos autos, considerando que não juntando em momento oportuno provas suficientes e contundentes”, completou.
Clique AQUI e veja a manifestação da promotora na íntegra.,
– Juíza usou vídeo que não foi juntado no processo

Promotora Aline Silva Albuquerque classificou como improcedente e pediu o arquivamento de uma Ação, mas a juíza Anelise Nogueira Reginato, ignorou…
A sentença sobre a inelegibilidade de Flávio Dino tem todas as impressões de armação, tamanha monstruosidade da decisão da juíza de Coroatá, Anelise Reginato. Cheia de incoerências e controvérsias, o parecer da magistrada possui um fator que revela a disposição em agir contra o governador.
Ela própria, como uma verdadeira advogada da família Murad, a requerente da ação, juntou no processo o vídeo em que baseia toda a sua decisão. O interessante é que nem as partes, Ricardo e Teresa Murad, e nem o próprio Ministério Público utilizaram essa prova no processo.
A teoria de que a armação feita pela família Murad, em conluio com o clã Sarney e supostamente a juíza, ganha cada vez mais força.
Além das anomalias processuais, as supostas ligações entre a magistrada e as oligarquias de Coroatá e do Maranhão, e a sentença há 60 dias antes das eleições, expõem interesses espúrios para tumultuar o pleito de outubro.
Sem chances nas urnas, o jeito para o clã Sarney/Murad é partir para os tribunais para continuar sonhando em ter de volta seus privilégios custeados com dinheiro público.
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“A denúncia da chapa de Flávio Dino pelo MDB é apenas a primeira de uma série delas (…) Flávio Dino terá impugnações por abuso do poder econômico, compra de votos e uso da máquina do governo”, dizia o editorial.
Um dia antes da divulgação da sentença judicial que tentou tirar Flávio Dino das eleições, o Sistema Mirante tinha dito publicamente que recorreria ao tapetão. É mais um fato que reforça a ligação entre a juíza Anelise Reginato e a família Sarney.
O editorial do jornal O Estado do Maranhão, de propriedade da família Sarney, disse na terça-feira (7) que a estratégia da campanha de Roseana Sarney era apostar todas as fichas no Judiciário para barrar Dino, já que a diferença de votos entre ambos é muito grande.
“A denúncia da chapa de Flávio Dino pelo MDB é apenas a primeira de uma série delas (…) Flávio Dino terá impugnações por abuso do poder econômico, compra de votos e uso da máquina do governo”, dizia o editorial.

A sentença da juíza Anelise Reginato, divulgada na quarta, é datada de segunda-feira (6). Ou seja, um dia antes do editorial dos Sarney.
No dia seguinte, quarta-feira (8), foi divulgada a sentença da juíza Anelise supostamente declarando a inelegibilidade de Flávio Dino. Com o argumento de abuso de poder econômico, como havia dito o jornal O Estado do Maranhão.
A “coincidência” fica ainda mais escancarada com outro fato: a sentença, divulgada na quarta, é datada de segunda-feira (6). Ou seja, um dia antes do editorial dos Sarney.
Portanto, o documento fica pronto num dia, no dia seguinte o jornal revela a estratégia e no outro o documento vem à tona.
Outros fatos ligam a juíza aos Sarney. Ela já disse, nas redes sociais, que se “sente em casa” na TV Mirante, de propriedade dos Sarney. Além disso, a ação foi pedida por Teresa Murad, mulher de Ricardo Murad, ambos aliados de Sarney.
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A família Baquil é uma das mais tradicionais na política do município de Tutóia…
O ato que ratificou o apoio do grupo político da família Baquil ao deputado estadual Glalbert Cutrim (PDT), aconteceu na segunda-feira, 06, durante encontro no município de Tutóia. Participaram da reunião o ex-candidato a vereador Geraldo da Granja, Geovane, os ex-vereadores Alexandre, Jamilson e a vereadora Jamilza Baquil.
A família Baquil é uma das mais tradicionais na política do município, e desde 1992, quando James Baquil foi eleito pela primeira vez, sempre elegeu um vereador, mantendo-se quase sempre com a melhor votação no Poder Legislativo local. Foi assim em 2016, com a eleição da vereadora Jamilza Baquil; em 2008 com o ex-vereador Alexandre Baquil que também foi eleito Presidente e em 2000, com o ex-vereador Jamilson Baquil, Presidente da Câmara por três mandatos consecutivos.
Durante o encontro, Alexandre, que foi candidato a prefeito em 2016 ficando em segundo lugar, destacou a importância de ter um deputado jovem e atuante como aliado. “Glalbert é jovem, atuante e já conquistou importante espaço no cenário político devido a forma séria que conduz seu mandato, e tê-lo como aliado, certamente resultará em benefícios para o nosso município. Aqui estamos selando mais do que uma parceria política, estamos apontando para um futuro melhor para nossa cidade.” Destacou o ex-vereador.
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O governador Flávio Dino e o vice-governador Carlos Brandão registraram no início desta noite, junto ao Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão, suas candidaturas à reeleição no pleito de outubro. Também foram registradas as chapas ao Senado do grupo governista. Elas são lideradas pelos candidatos Weverton Rocha (PDT) e Eliziane Gama (PPS), ambos deputados federais.


