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O Ministério Público do Maranhão (MPMA) investiga irregularidades na gestão da Associação dos Moradores do Conjunto Sacavém, em São Luís. A apuração, conduzida pela 1ª Promotoria de Justiça Especializada, e publicada nesta segunda-feira (28) no Diário Eletrônico, revela uma série de problemas administrativos, incluindo a falsificação de documentos e o uso indevido de recursos públicos.
A investigação teve início após a Secretaria Municipal de Desporto e Lazer (SEMDEL) levantar suspeitas sobre um Atestado de Existência e Regular Funcionamento apresentado pela associação, documento necessário para firmar parcerias e receber verbas públicas. Segundo o MPMA, o atestado apresentado era falso, nunca tendo sido expedido pelo órgão ministerial.
Irregularidades e suspeitas de fraudes
Ao longo das investigações, o Ministério Público constatou que a última eleição para a diretoria da associação ocorreu em janeiro de 2018, com um mandato previsto para terminar em 2022. Contudo, desde então, a entidade se encontra sem gestão e “acéfala”, sem lideranças eleitas. Além disso, documentos fornecidos pelo Cartório Cantuária de Azevedo revelaram que a entidade não regularizou sua diretoria, levantando mais suspeitas sobre sua real funcionalidade.
Denúncias de ex-tesoureira revelam fraudes
Entre as principais testemunhas ouvidas, Rafaela Duarte Fernandes, ex-tesoureira da entidade, revelou práticas fraudulentas na gestão da associação. Em seu depoimento, Rafaela relatou a falsificação de assinaturas em atas e a emissão de documentos com fins ilegais para obtenção de vantagens junto ao poder público. Ela também denunciou um possível enriquecimento ilícito de parentes do ex-presidente, Luís Carlos Ramos, à frente da entidade.
Em resposta à denúncia, o Ministério Público encaminhou o caso para o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (GAECO), que instaurou um procedimento investigatório criminal. O caso resultou em uma denúncia contra Luís Carlos Ramos, a ex-tesoureira Rafaela Duarte Fernandes e outros servidores públicos vinculados às Secretarias Municipais de Educação e de Desporto e Lazer.
Escola comunitária e falta de resposta
Outro ponto investigado é a Escola Comunitária Dr. Mário Diniz, mantida pela associação, e que também está sob suspeita. O MPMA realizou tentativas de notificação para que o ex-presidente e a gestora da escola, Isabel Cristina Ramos, prestassem esclarecimentos. No entanto, ambos não foram localizados nos endereços fornecidos.
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Fufuca elegeu o prefeito da segunda maior cidade do Maranhão.
Rildo Amaral foi eleito prefeito de Imperatriz pelo Partido Progressista (PP), com 55,7% dos votos válidos, tornando-se o 30º prefeito eleito pelo partido no Maranhão. A vitória no 2º maior colégio eleitoral do estado eleva o nome de André Fufuca, ministro do Esporte do governo Lula, a condição de principal nome para ocupar uma das vagas no Senado na disputa de 2026.
O resultado do último domingo evidenciou o crescimento do PP no Maranhão. Sob o comando de Fufuca, o partido bateu recorde já no 1º turno ao eleger mais de 80 prefeitos entre filiados e aliados em cidades estratégicas do estado.
Entre os maiores colégios eleitorais, destacam-se vitórias importantes com apoio do ministro em Timon, Caxias, Codó, Bacabal, Santa Inês, Paço do Lumiar, Pinheiro, Buriticupu, São Bento, Lago da Pedra, Barra do Corda, Grajaú e Coelho Neto.
“Finalizamos as eleições municipais com números expressivos no Maranhão e em todo o país. A capacidade de diálogo e de unir forças em prol do nosso estado é a nossa marca. Seguiremos trabalhando para melhorar a vida dos maranhenses”, comemorou André Fufuca.
A consolidação de Fufuca como força política do estado vai além das conquistas no Maranhão. Ele é o 2º nome na legenda a nivel nacional. Nas eleições de 2024, o PP foi o 3º partido que mais elegeu prefeitos no Brasil, com 747 eleitos em todo o país.
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Carol Pereira foi indicação do marido para ser companheira de chapa de Rildo Amaral…
Eleita neste domingo (27) vice-prefeita da cidade de Imperatriz, Carol Duailibe Pereira (União Brasil), foi fundamental para a vitória de Rildo Amaral (PP) na segunda maior cidade do Maranhão no segundo turno.
Ela é presidente do Grupo de Esposas de Deputados do Maranhão (Gedema) e mulher do experiente deputado estadual de seis mandatos consecutivos, Antônio Pereira (PSB), atual Primeiro Secretário da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Maranhão.
Escolha acertada de Rildo, Carol atuou diuturnamente nos dois turnos da campanha, até ser consagrada na tarde deste domingo como a nova vice Princesa Tocantina.
Após o resultado das urnas, a vice-prefeita foi às redes sociais externar seus agradecimentos.
“Uma vitória de IMPERATRIZ! Vocês fizeram de mim a pessoa que eu sou, e hoje vocês me fizeram prefeito de Imperatriz! Não há palavras para descrever o sentimento de gratidão que estou sentindo. Obrigado por confiarem em mim mais uma vez, e vocês podem ter certeza que eu vou honrar cada um sendo o melhor prefeito que Imperatriz já viu. O povo escolheu caminhar com a experiência e o trabalho, e vocês testemunharão Imperatriz Renascer!”, declarou.
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Em Imperatriz, Bolsonaro apoiou Mariana Carvalho e em São Luís, Dr. Yglésio…
O ex-presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), teve duas maiúsculas derrotas nas eleições no Maranhão nestas eleições 2024. Das 217 cidades, ele visitou as duas maiores, Imperatriz e São Luís e acabou derrotado em ambas.
Em São Luís, apoiou para prefeitura o deputado estadual Yglésio (PRTB) que obteve apenas 3% dos votos. Já em Imperatriz, a candidata bolsonarista foi a suplente de deputada federal Mariana Carvalho (Republicanos) que acabou derrotada no segundo turno para o deputado estadual Rildo Amaral (PP).
O resultado das urnas de 2024 deram um duro recado ao ex-presidente da República no que diz respeito ao Maranhão, onde o bolsonarismo fica cada vez menor…
LEIA TAMBÉM:
– Com apenas 3% em São Luís, projeto de Yglésio em seguir para Câmara Federal flopou
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Rildo foi apoiado pelo governador Carlos Brandão.
Rildo Amaral, do Partido Progressistas (PP), foi eleito prefeito de Imperatriz, a segunda maior cidade do Maranhão, neste domingo (27). O candidato venceu o segundo turno das eleições com 55,11% dos votos, para um mandato de quatro anos.
O progressista foi apoiado pelo Governador Carlos Brandão.
Essa foi a primeira vez que a cidade de Imperatriz pôde ter segundo turno em uma eleição, pois alcançou a marca de 200 mil eleitores registrados na Justiça Eleitoral.
O resultado do 2º turno das eleições municipais 2024 em Imperatriz foi confirmado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com 93,44% das urnas apuradas, às 17h29. A apuração encerrou-se às 17h39, com 100% das urnas apuradas.
Esta é a primeira vez que Rildo Amaral é eleito para um cargo público no executivo. A vice-prefeita eleita na coligação “Imperatriz Vai Renascer”, é a nutricionista Carol Pereira, do União Brasil.
Rildo Amaral disputava o segundo turno com Mariana Carvalho (Republicanos), que teve 44,89% dos votos.
No 1º turno das eleições, Rildo teve 35,57% dos votos válidos, enquanto Mariana chegou a 26,56%.
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A pesquisa do Instituto Data M, registrada sob o número MA-02915/2024, confirma a liderança de Rildo Amaral (PP) na disputa pela prefeitura de Imperatriz. Na pesquisa estimulada, ele aparece com 59,4% das intenções de voto, enquanto Mariana Carvalho (Republicanos) tem 29,2%, com 4% dos entrevistados afirmando que não votariam em nenhum dos dois candidatos e 7,4% ainda indecisos.
Realizada entre 18 e 20 de outubro com 552 eleitores, a pesquisa apresenta margem de erro de 4,2% e intervalo de confiança de 95%. Rildo também tem 58,3% das intenções de voto na espontânea, enquanto Mariana registra 28,4%. Quando questionados sobre quem acreditam que vencerá a eleição, 62,9% apostaram em Rildo, e 22,3% em Mariana.
Com uma campanha propositiva e um histórico de dedicação à cidade, Rildo Amaral, um filho de Imperatriz, conta com ampla aceitação popular e apoios importantes que reforçam sua liderança.

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1 – Estamos de volta…
Após quase quatro anos, a coluna “Miudinhas direto de Raposa – MA…” está de volta. Para se ter uma ideia, a última vez que o Blog do Domingos Costa publicou as notícias rápidas da terra pesqueira foi no dia 05 de março de 2021; desde então, faltou estímulo. Mas agora a “inspiração” voltou e a todo vapor. Então, vamos logo falar um pouco sobre o resultado das eleições de 2024…
2 – Desorganização de Passinho custou uma ou duas vagas na Câmara
Rapaz, a inabilidade política do candidato a prefeito Passinho (Republicanos) deixou a oposição de Raposa com menos duas cadeiras na Câmara. Bastava Passinho unificar seus dois partidos (Republicanos e Novo) em apenas um, que elegeria um e/ou dois vereadores a mais. Caso ouvisse os mais experientes, o cenário político – pelo menos no Parlamento – seria mais amplo para a oposição.
3 – Dois sobrinhos e o vice
Acredite se quiser, após o prefeito Eudes Barros (PL) ter sido reeleito com ampla votação, dentro do próprio grupo governista já se formaram pelo menos sete pré-candidaturas à prefeitura visando à sucessão municipal em 2028. Além do atual vice-prefeito Márcio Greick, são três sobrinhos, mais dois vereadores da base e até o chefe de Gabinete querendo as bênçãos do poder.
4 – Leonardo Laci e Gleydson Resende
O ex-prefeito José Laci não ganhou a eleição em Raposa, mas teve vitórias familiares que ele considera importantes para o futuro do seu grupo político. Seu filho mais velho, Leonardo Laci (PSB), foi eleito vereador na cidade de Paço do Lumiar, e seu genro, Gleydson Resende (União Brasil), prefeito da cidade de Barão de Grajaú.
5 – Laci Júnior fez o dever de casa
Com votação exitosa, o filho caçula do ex-prefeito Laci também se elegeu vereador e manteve o nome da família em evidência na Câmara Municipal de Raposa.
6 – Quico conquistando corações

Gente, eu vou te contar, viu… O poder atrai tanta coisa… Teve um vereador eleito em Raposa – de aparência semelhante ao Quico do seriado Chaves –, que era considerado o “patinho feio” e conhecido pelo jeito desengonçado. Mas bastou sair das urnas com votação expressiva para que “chovesse” de pretendentes para o rapaz. Conforme relatos, já houve até briga entre três pretendentes. A primeira quer namorar, a segunda pensa em noivar, e a terceira quer logo casar. Eu, hein…
7 – Lideranças têm outros compromissos
O prefeito Eudes tem pela frente o desafio de manter o grupo unido para as eleições de deputado estadual e federal. O motivo? Muitas das lideranças que estiveram em seu palanque de reeleição nestas eleições têm compromissos com outros candidatos a deputados que não são os da preferência de Barros.
8 – Gleydson Resende na disputa
Para quem interessar possa, o prefeito eleito de Barão de Grajaú, Gleydson Resende (União), marido da ex-prefeita de Raposa, Talita Laci, será candidato a deputado estadual nas eleições de 2026.
9 – Eudes reuniu as duas últimas candidatas a prefeita
Sempre é bom lembrar que o reeleito prefeito Eudes Barros (PL) contou com o apoio das duas últimas candidatas a prefeita de Raposa, Ociléia Fernandes e Andreia da Colônia, além da ampla maioria da Câmara de Vereadores.
10 – Seguro Defeso elegeu quatro vereadores
Dos 13 vereadores eleitos, pelo menos quatro atuam diretamente com o Seguro Desemprego do Pescador Artesanal – SDPA (também conhecido como Seguro Defeso), pago pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Pelo fato de Raposa ser uma cidade pesqueira, a ajuda desses políticos aos beneficiários fala muito na hora do voto na urna.
12 – Vereadores de mandato que fracassaram
Gente, dos 11 vereadores eleitos em 2020, praticamente metade não se reelegeu: cinco deles, Moreira, Beka, Elenildo, Doutor e Zano. Aliás, a votação mais decepcionante foi do ainda vereador Zano, que obteve apenas 43 votos em pleno gozo do mandato. Eu, hein…
13 – Vencedores no campo da oposição
Uma coisa é se eleger na força da prefeitura, segurando lideranças por meio de cargos e empregos públicos com altos salários, desfrutando da estrutura robusta da máquina pública municipal, como é o caso dos vereadores da base do prefeito Eudes Barros. Outra coisa é se eleger no campo da oposição, disputando o cargo de vereador pela primeira vez, como no caso de Luan Martins e Leomar Pescados.
14 – Luan Martins
Luan Martins (PSB) tem sua origem na Colônia de Pescadores de Raposa. Sozinho, o jovem que fazia parte da direção da Z-53 se sentiu desprestigiado pela “oligarquia” Andrea da Colônia, que comanda a entidade até hoje e, então, decidiu romper e aliar-se ao ex-prefeito Laci. Junto com sua mãe, Luan fez uma campanha brilhante e saiu vitorioso das urnas.
15 – Leomar ganhou mesmo com irmão disputando
Outro que saiu fortalecido das urnas foi o vereador eleito, empresário Leomar Pescados (PSB). Além de enfrentar as urnas pela primeira vez, ele venceu mesmo com seu próprio irmão – Ricardo Verissimo – concorrendo a vereador pelo partido AGIR. Leomar teve 538 votos, enquanto o irmão obteve 145.
16 – Votação maiúscula
Outra candidata que surpreendeu foi Owilma Trindade, do PL. Ela não se elegeu, mas, pela segunda vez que disputa o cargo, saiu com uma votação expressiva. Foram incríveis 648 votos; só não conseguiu a cadeira porque estava no partido errado.
17 – Traído por Eudes
Quem decepcionou nas urnas foi o candidato a vereador Jorge da Arlete Pontes (PL). O prefeito Eudes não cedeu nenhuma liderança política ou famílias grandes para ajudar o advogado ex-dono da Esplanada. Barros apenas usou o prestígio político da família Pontes nestas eleições. Aliás, a esposa do candidato, Arlete Pontes, possui mais de uma década de serviço prestado à comunidade raposense. O “Animal”, como é carinhosamente conhecido, obteve apenas 104 votos.
18 – O blog não tem bola de cristal, mas enxerga longe…
No dia 08 de agosto, o Blog do DC publicou um post com o seguinte título: “Prefeito Eudes Barros já escolheu quem são os quatro candidatos a vereador de sua confiança nestas eleições em Raposa”. Aos que duvidaram, basta ver o resultado das urnas…
19 – Frase de Laci após a eleição
Logo após sair o resultado das urnas, o experiente ex-prefeito de Raposa disse: “Fizemos o dever de casa, provamos que a família Laci tem prestígio e continua viva na política de Raposa. Perdemos apenas uma batalha, não a guerra. A folha de pagamento abarrotada, como nunca antes, falou mais alto desta vez. Continuamos firmes em nosso propósito”.
20 – Laci traz obra para Raposa
Por falar em Laci, mesmo no campo da oposição, o ex-prefeito por dois mandatos de Raposa continua usando seu prestígio para ajudar a população. Neste ano de 2024, o governador Carlos Brandão asfaltou inúmeras ruas por meio de pedido de Laci, entre elas a “estrada velha do Cumbique”, que liga a MA-203 ao bairro.
21 – Rua Oliveira no Araçagi, Vila Pantoja e Porto do Braga
Outras vias completamente asfaltadas pelo governo Brandão a pedido de Laci foram: Vila São João, no bairro do Araçagi; a Rua Oliveira e suas quatro transversais; a Vila Pantoja, no bairro Maresia, que recebeu asfalto em toda sua extensão; e, também, o Porto do Braga, com vias próximas ao antigo CIMAR – Centro de Instrução do Mar – revitalizadas com asfalto novo. Outras ruas também ganharam a atenção do Estado a pedido de Laci.
22 – Números da eleição 2024 em Raposa
Agora vamos aos números gerais da eleição na cidade pesqueira. O município teve 106 candidatos a vereador para a disputa de 13 cadeiras na Câmara de Vereadores, visto que neste ano houve um aumento de dois assentos devido ao crescimento populacional, que agora é de 31 mil habitantes. Já a quantidade de eleitores aptos em 2024 foi de 24.316.
23 – Votos para prefeito
Para prefeito, 20.983 pessoas foram às urnas. Deste total, 20.401 votos foram considerados válidos, enquanto 248 (1,18%) eleitores enfrentaram as filas nas 76 seções distribuídas pelas 14 escolas de Raposa, esperaram sua vez e optaram pelo voto “Em Branco”. Outras 334 (1,59%) pessoas erraram a ordem de votação ou digitaram números inexistentes, resultando em votos “Nulos”.
24 – Votos para vereador e quociente eleitoral
Para vereador, o mesmo número de eleitores foi às urnas: 20.983 pessoas. Deste total, 20.440 votos foram válidos, enquanto 210 (1%) pessoas optaram por votar em branco e 333 (1,59%) eleitores tiveram seus votos “Nulos”. Em Raposa, nestas eleições, o quociente eleitoral – calculado dividindo-se a quantidade de votos válidos para o cargo de vereador pelo número de cadeiras disponíveis na Câmara, que neste caso é 13 – resultou em 1.572 votos. Desses, 80% equivalem a 1.257 votos.
25 – Votos por partido

O partido Novo obteve o pior desempenho; todos os candidatos da sigla somaram apenas 764 votos, não elegendo nenhum vereador. A Federação Brasil da Esperança alcançou 1.168 votos e também não elegeu ninguém. O partido Republicanos somou 1.229 votos, mas igualmente não elegeu nenhum vereador. O partido DC obteve 1.763 votos e elegeu um vereador [Ribamar]. O PDT conseguiu 2.992 votos e elegeu dois vereadores [Rosa e Vonei]. O PSB somou 3.496 votos e elegeu três vereadores [Laci Jr, Luan e Leomar]. O Agir também elegeu três vereadores ao obter 3.940 votos [João, Magno e Laurivan], e o PL elegeu quatro vereadores, com 5.088 votos [Daniel, Maçu, Iran e Lucas].

26 – Não elegeu por 75 votos
O partido que ficou mais próximo de eleger um representante foi o Republicanos, que por apenas 28 votos não garantiu uma cadeira na Câmara. Caso tivesse alcançado, quem perderia uma vaga seria o PL. Nessa hipótese, ficaria de fora Lucas Paraíba, e Professor Rafael seria eleito.
27 – Se vier de fora, precisa selar aliança
A votação do candidato a prefeito Passinho [3º colocado] provou mais uma vez que, se algum político “de fora” – ou terceira via – quiser entrar de forma competitiva para fazer política em Raposa, precisa selar aliança com as duas famílias tradicionais da política local: Laci ou Paraíba/Eudes. Do contrário, o resultado será sempre o mesmo.
28 – Perseguido pelos próprios “amigos”
Mesmo perseguido pelos próprios aliados, o ex-secretário municipal de Saúde de Raposa na gestão de Eudes Barros conseguiu superar os obstáculos e obter boa votação. “Romilson da Saúde” saiu das urnas com exitosos 279 votos, conquistados com muita dedicação.
29 – Número elevado de eleitores de fora
Nestas eleições, ficou evidente que o município de Raposa possui um número considerável de votos transferidos – eleitores que residem em outra localidade, mas vêm a Raposa apenas para votar. Diversos candidatos a vereadores possuem 150 votos transferidos, outros com 100, 80, 50, 20… No final das contas, essa soma ultrapassa 3 mil votos de fora.
30 – Parabéns ao novo papai…
A gravidez de uma jovem raposense das redondezas do Porto do Braga tem causado mistério na cidade pesqueira. Não se sabe – até agora – se o filho é do marido ou do amante, uma figura bem conhecida na política local. Se for do amante, não será um escândalo tão “estrondoso”, visto que o caso extraconjugal é praticamente de conhecimento público. Mas, se o filho for do marido, aí sim será uma grande traição ao amante. Enfim, sem mais detalhes, vou deixar “essa história de lado…”
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A corrida eleitoral em Imperatriz sofreu um forte abalo após o deputado federal Aluísio Mendes (Republicanos) anunciar o rompimento com a candidatura de Mariana Carvalho à prefeitura. Mendes, que também é líder estadual do Republicanos no Maranhão, declarou publicamente que não pode mais apoiar Mariana, devido à sua recente aliança com o deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PL), a quem ele descreveu como líder de uma “organização criminosa”.
Essa ruptura é um golpe duro para a campanha de Mariana Carvalho, já que Aluísio Mendes era seu principal aliado político. Em sua justificativa, Mendes sublinhou que princípios como “gratidão, lealdade e caráter” pesaram em sua decisão. “Ela optou por se unir a um grupo político que eu considero uma organização criminosa, que venho combatendo há 14 anos no Maranhão. Não posso mais estar associado a esse projeto”, declarou o deputado.
A parceria entre Mariana e Josimar de Maranhãozinho foi o principal ponto de divergência. Maranhãozinho possui um histórico marcado por investigações de corrupção e desvio de recursos públicos, estando envolvido em processos na esfera federal. Ele já foi alvo de operações da Polícia Federal por suspeitas de fraudes em licitações, o que contribuiu para sua imagem controversa na política do Maranhão.
O rompimento ocorre em um momento crítico da campanha de Mariana e deve provocar impacto em sua base de apoiadores. Além de perder a liderança política de Aluísio, sua candidatura agora enfrenta desafios para manter a confiança de parte do eleitorado. Mendes, que abriu mão de seu mandato na Câmara dos Deputados para que Mariana pudesse assumir o cargo, foi peça-chave em sua trajetória política até o momento.
Com a saída de seu principal mentor, Mariana Carvalho terá que reorganizar sua campanha e lidar com as repercussões da aliança que agora divide opiniões entre seus eleitores.
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Advogados de devedores, irmãos Valdir e Hermes Kucinsk, de Cascavel (PR), têm atuado de forma temerária dentro dos autos a fim de causar tumulto processual e, ainda, retardar a execução e evitar a devolução dos valores.

O processo envolvendo a Imobiliária Gaúcha LTDA tramita há 19 anos na justiça maranhense…
Desde 2006, três famílias da cidade de Riachão, no Maranhão, vivem um pesadelo jurídico após serem vítimas de um golpe milionário que resultou na perda de todos os seus bens. Embora tenham obtido sentenças favoráveis em 2014 e estas tenham transitado em julgado em 2018, as famílias ainda não conseguiram receber os valores devidos. Enquanto isso, os golpistas, que se apropriaram do patrimônio das famílias em 2005, seguem impunes, aproveitando-se da morosidade do Judiciário maranhense para retardar a execução dos processos e evitar a devolução dos valores.
– A “Via Crucis” das famílias
O caso ganhou destaque em 2023, quando a sociedade maranhense passou a acompanhar de perto o drama das famílias, por meio deste blog. Embora a Justiça tenha reconhecido seus direitos, a fase de execução das sentenças encontra-se praticamente paralisada, frustrando a expectativa das vítimas. A lentidão no andamento das ações tem gerado benefícios aos devedores, que seguem utilizando manobras processuais para evitar o pagamento.
Foi constatado que, dos mais de 30 imóveis penhorados no decorrer dos processos, apenas dois permanecem disponíveis; todos os demais foram vendidos pelos golpistas a partir do trânsito em julgado das sentenças, numa clara tentativa de ficarem insolventes e não disporem de meios para realizarem os pagamentos dos valores devidos. Essa liquidação de bens, feita de forma estratégica, frustrou o cumprimento da execução e comprometeu a recuperação integral do patrimônio das famílias.
– Recursos repetitivos e bloqueios contestados
Aproveitando-se de manobras processuais, em 2023, os devedores apresentaram cinco recursos idênticos na tentativa de travar o andamento das execuções e impedir o desbloqueio de valores encontrados em contas vinculadas às esposas dos envolvidos. Os montantes totalizam cerca de R$ 14 milhões e, conforme apurado, provêm da venda fraudulenta de parte dos imóveis penhorados.
Mesmo após a derrota nesses recursos e com a origem ilícita dos valores comprovada, o acesso das famílias ao dinheiro continua bloqueado. O episódio extrapola os limites da legalidade e levanta suspeitas sobre a atuação positiva do Judiciário nessa morosidade, visto que os obstáculos se mantêm apesar das decisões favoráveis às vítimas.
Recentemente, a defesa dos devedores voltou a protocolar mais um recurso no Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), repetindo argumentos que já foram rejeitados pela 4ª Câmara de Direito Privado do Tribunal. Essa manobra é vista pelas famílias e seus advogados como uma tentativa clara de tumultuar o processo e atrasar ainda mais a execução.
– Denúncias ao CNJ e à ONU
Diante da inércia do TJMA e das reiteradas condutas consideradas temerárias por parte dos devedores, os advogados das famílias decidiram denunciar o caso ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), solicitando providências para coibir os abusos e garantir o cumprimento das sentenças. Segundo a defesa, a postura dos golpistas afronta princípios constitucionais e processuais, configurando uma violação à dignidade da Justiça.
Além disso, os advogados das vítimas se uniram a um escritório de advocacia brasileiro com sede nos Estados Unidos para formalizar uma representação junto à Organização das Nações Unidas (ONU). A queixa se baseia na alegação de violação dos direitos humanos, uma vez que as famílias estão há quase duas décadas aguardando justiça, sendo oito anos apenas na espera pela execução das sentenças transitadas em julgado.
– Um caso que exige respostas urgentes
Em contato as famílias, nos informaram que não acreditam mais no judiciário. Mesmo tendo ganhado, o que ficou claro a elas é que quem tem dinheiro não sofre nenhuma consequência. São anos em que apenas os devedores têm se beneficiado da omissão do Estado. Como reforço dos argumentos desesperançosos, soubemos que um dos autores, o Sr. Antônio Rotta, está internado em estado gravíssimo, precisando de recursos para tratamento de saúde, enquanto isso, a resposta do judiciário é que eles devem aguardar.
Diante de tudo isso é inevitável que questionemos: a quem interessa essa morosidade? Ou melhor, quem está provocando essa morosidade?
O caso de Riachão (MA) é um exemplo emblemático da fragilidade do sistema judiciário brasileiro e da lentidão processual que muitas vezes favorece os devedores em detrimento das vítimas. A persistência das famílias e a repercussão do caso geraram um clamor social por justiça e pela responsabilização daqueles que têm frustrado a execução das decisões judiciais.
Enquanto a Justiça não age com a celeridade necessária, o sofrimento das famílias se agrava, assim como a sensação de impunidade. O desfecho dessa batalha não é apenas um teste para o Judiciário maranhense, mas também um alerta para a necessidade de reformas estruturais que garantam maior eficiência e efetividade no cumprimento das decisões judiciais.
A luta das famílias de Riachão é um apelo por justiça, não apenas no papel, mas na prática. Afinal, como afirmam seus advogados, justiça tardia é justiça negada.
– Relembre do caso:
Em 2005, três famílias paranaenses (Gregório Cabreira e esposa, Antônio Rotta e esposa, e Marilene Rotta) compraram áreas de terra no Maranhão. Gregório adquiriu 1.000 hectares por R$ 583.940, Antônio comprou 500 hectares por R$ 300.000, e Marilene adquiriu 1.100 hectares por R$ 660.000. As terras foram vendidas por corretores ligados à Imobiliária Gaúcha Ltda, sob a liderança de Hermes Kucinsk.
Durante o processo, um corretor confessou que era prática comum os corretores colocarem seus nomes nos contratos como proprietários para facilitar golpes. Além disso, ficou comprovado que o preço pago pelas terras era muito superior ao valor de mercado na região de Riachão (MA).
Ao chegarem ao Maranhão para tomar posse, as famílias descobriram que as terras estavam ocupadas por seus verdadeiros donos e que havia sobreposição nas áreas vendidas a Gregório e Marilene. Sem recursos para retornar ao Paraná e recuperar seus bens, enfrentaram anos de pobreza e sofrimento.
As três famílias não foram as únicas lesadas pelas condutas dos executados. Segundos os exequentes, um senhor, conhecido deles, ao cair no mesmo golpe, não resistiu ao desespero de perder tudo e tirou a própria vida.
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Neste sábado, dia 26 de outubro, a R15 Motors, concessionária especializada em veículos novos e seminovos, irá reinaugurar sua nova sede, agora maior e melhor, localizada na Estrada do Araçagy, número 3, ao lado do Bacuri Center. A cerimônia de inauguração, que terá início às 8h, promete reunir clientes e convidados para um dia de ofertas especiais e atrações imperdíveis.
Com uma estrutura mais ampla, a nova sede da R15 Motors visa oferecer mais conforto e qualidade no atendimento, além de uma grande variedade de veículos. Durante o evento de reinauguração, os clientes poderão aproveitar taxas especiais a partir de 0,99% e condições exclusivas de pagamento, com a primeira parcela somente em 2025. Além disso, brindes serão distribuídos para os participantes.
A R15 Motors convida todos os interessados para celebrar esse novo marco na história da empresa, que tem se destacado no mercado por oferecer veículos de qualidade com preços competitivos. Para mais informações, os interessados podem entrar em contato pelo número (98) 98800-6992.

