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Prefeito de Raposa concedeu todas as licenças necessárias para o empreendimento Village Pôr do Sol, que irá jogar esgoto dentro do manguezal do bairro do Cumbique.

Imagens aérea de parte da tubulação de esgoto da construtora Canopus em direção ao manguezal do bairro do Cumbique em Raposa.
Há dois anos, o cotidiano dos moradores do bairro Cumbique, situado no município de Raposa, na Região Metropolitana de São Luís, tornou-se um verdadeiro desafio. A comunidade se viu praticamente ilhada em suas próprias residências devido a uma enorme cratera que se formou em frente às suas casas.
Conforme reportagem do jornal Imirante, e segundo relatos dos moradores, o pesadelo começou com a construção do condomínio Village Pôr do Sol, de responsabilidade da construtora Canopus.
Quando a empresa começou a colocar os tubos de concretos para instalar um sistema de esgoto na rua, vez uma abertura de um buraco que bloqueou um dos acessos ao bairro.
Desde então, as condições pioraram sempre que chove, com a erosão se agravando, e a água da chuva escorrendo com força pelo canal aberto pela construtora.
“O prejuízo está grande. Nós estamos com o carro na garagem, sem poder sair de casa, há quase dois anos por causa dessas crateras”, diz o pescador Raimundo de Lima.
Ainda segundo os populares, todos os dejetos do Village Pôr do Sol serão jogados direto na vegetação dos manguezais, o que causará prejuízos incalculáveis para catadores de caranguejos e marisqueiros.
– Situação denunciada ao Ministério Público
Vídeos feitos pelos moradores mostram a destruição causada pela água da chuva misturada com o barro, que se transforma em lama e vai sendo arrastado para o bairro, acumulando no mangue, principal fonte de sustento da comunidade, que depende da agricultura familiar e da venda de peixes e mariscos.
A situação se agravou ao ponto de a chuva levar embora o asfalto e bloquear a entrada do mangue, impactando diretamente a vida dos pescadores locais. Diante do caso, os moradores denunciaram a situação ao Ministério Público, buscando uma solução para o problema.
Para conseguirem trabalhar e acessar o porto, a comunidade tem recorrido ao quintal de um morador, mas alertam para os prejuízos causados ao ecossistema do mangue e à sua fonte de renda principal.
“Antigamente, os barcos entravam aqui de maré baixa. Hoje em dia, eles não entram mais, pois a cada chuva que dá piora a situação aqui dos pescadores, porque está cheio de barro. Daqui eu tiro o meu camarão, o meu sururu e o meu caranguejo, e a maioria desses mariscos é que abastece São Luís”, conta o pescador Wilton de Jesus Neves.
Diante de tantos desafios, a população tem se mobilizado para evitar que a situação piore e que o mangue, essencial para sua sobrevivência, seja ainda mais afetado.
– Protesto fechou estrada de Raposa
No último dia 26 de fevereiro, moradores chegaram a fechar a MA 203, estrada de Raposa como forma de chamar atenção das autoridades para solucionar o problema. Contudo, o prefeito Eudes Barros não compareceu ao local e também não mandou representantes.
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Carlos Brandão e Stenio Rezende lideram Entregas do Governo em Vitorino Freire
No último domingo (10), Vitorino Freire foi palco de várias iniciativas do Governo do Estado, contando com a presença do ex-prefeito da cidade e atual secretário da SINFRA, Aparício Bandeira, do ex-prefeito Zé Leandro Maciel, do vice-governador e secretário de Educação Felipe Camarão, além de vereadores e líderes locais. Durante o evento, foram realizadas importantes entregas, incluindo a revitalização do Centro de Ensino Rui Barbosa, a distribuição de 21 veículos pelo programa MINHA RENDA e a concessão de mais de 30 títulos de terras.
Revitalização do Centro de Ensino Rui Barbosa
A escola tradicional na cidade, com mais de 50 anos de história, passou por uma significativa reforma em sua estrutura, incluindo a instalação de sistemas de ar-condicionado. Essas melhorias visam garantir uma educação de qualidade para os alunos e um ambiente de trabalho mais confortável para os funcionários.
Programa MINHA RENDA
O programa MINHA RENDA entregou 21 veículos, como parte de seu objetivo de promover a inclusão socioprodutiva. Além disso, os beneficiários receberão capacitação e uma bolsa incentivo no valor de R$ 500,00 para auxiliar na compra de mercadorias.
Concessão de Títulos de Terras
No último domingo, mais de 30 títulos de terras foram concedidos em Vitorino Freire, contribuindo para garantir segurança e dignidade aos trabalhadores rurais. Essa iniciativa, realizada pelo Iterma, visa promover o desenvolvimento econômico do estado por meio da agricultura familiar e melhorar a qualidade de vida de milhares de famílias.
O ex-deputado estadual e pré-candidato a prefeito, Dr. Stenio Rezende, destacou a abordagem municipalista do governo, afirmando: “É isso que é o Brandão , trabalha para para todos , para quem mais precisa, esse Governador é o que povo escolheu ,elegeu e confia.”
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Lei aprovada de Ribeiro Neto busca priorizar o Desenvolvimento Fonológico na Alfabetização Escolar
Uma nova legislação municipal foi aprovada na Câmara Municipal de São Luís, de autoria do vereador Ribeiro Neto, estabelecendo a Política de Desenvolvimento de Consciência Fonológica na Alfabetização na rede municipal de ensino.
A medida visa fortalecer as habilidades necessárias para a alfabetização eficaz, promovendo o desenvolvimento da consciência fonológica entre os estudantes desde as primeiras etapas de aprendizagem.
Segundo a lei, a consciência fonológica é definida como a capacidade de perceber, segmentar e manipular sons e sílabas da fala, processos considerados fundamentais para a alfabetização. Com isso, a política proposta pretende garantir que os alunos desenvolvam plenamente essas habilidades durante o processo de aprendizagem inicial da leitura e da escrita.
Para implementar essa política, os profissionais da rede municipal de ensino contarão com a participação de fonoaudiólogos, que atuarão em diversas frentes, incluindo orientação, capacitação e assessoria na Educação Infantil e no Ensino Fundamental.
Eles colaborarão com os educadores para adotar medidas preventivas e remediativas, garantindo que todos os alunos tenham a oportunidade de desenvolver sua consciência fonológica de forma eficaz.
Além disso, sempre que um fonoaudiólogo identificar a possível ocorrência de distúrbios que comprometam as habilidades fonológicas de um estudante, a família será comunicada e encaminhada para diagnóstico e, se necessário, para tratamento na rede pública de saúde.
As despesas decorrentes da execução desta Lei serão custeadas por dotação orçamentária própria, demonstrando o compromisso da administração municipal com a educação de qualidade e o desenvolvimento pleno dos estudantes.
Essa iniciativa representa um passo significativo na melhoria da qualidade da educação na rede municipal de São Luís, ao priorizar o desenvolvimento das habilidades fonológicas essenciais para a alfabetização precoce e o sucesso acadêmico dos alunos.
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Irmãos prefeitos Erlânio e Júnior Xavier botaram as indiferenças de lado e estiveram ao lado do Governador Brandão durante as inaugurações em Igarapé Grande e Bernardo do Mearim.
Chamou especial atenção no sábado, dia 09, duas cenas durante ato de entrega de obras por parte do governador do Maranhão Carlos Brandão esteve na Região do Médio Mearim.
O socialista esteve ao lado dos dois irmãos prefeitos pedetistas Erlânio Xavier e Júnior Xavier, de Igarapé Grande e Bernardo do Mearim, respectivamente.
Erlânio Xavier um dos caciques do PDT é aliado do senador Weverton Rocha e esteve em palanque contrário ao do governador Brandão nas eleições de 2022, assim como seu irmão, Júnior.
Mesmo diante das indiferenças políticas, os Xavier’s estiveram de mãos dadas com Brandão durante a entrega das obras em suas cidades.
– Benefícios
Aos igarapé-grandenses foram entregues a reforma completa do Centro de Ensino Chagas Costa. A unidade escolar recebeu revisão de toda a infraestrutura e climatização das salas de aula em um investimento de R$ 700 mil.
Já no município de Bernardo do Mearim, a comitiva da gestão estadual entregou a reforma do Centro de Ensino Eleutério Rocha. Na ocasião, o governador Carlos Brandão anunciou a construção de uma quadra poliesportiva para a unidade escolar e a implantação de um Restaurante Popular na cidade.
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Reportagem especial do jornalista Daniel Weterman, do jornal Estadão, deste domingo, dia 10, revela que o Maranhão é o Estado que mais gasta com o sistema de Justiça no País. De acordo com a matéria, Estados gastam R$ 52,4 bi com instituições da Justiça e maior parte da verba vai para salários.

Apenas no mês de dezembro, 11 Desembargadores do TJ-MA receberam acima de R$ 100 mil líquido…
No Maranhão, um juiz pode ganhar mais de R$ 70 mil em um único mês. No Paraná, os salários dos magistrados consomem quase o dobro do salário de profissionais da saúde no orçamento do Estado. Em Rondônia, as instituições de Justiça foram beneficiadas com aumento de verbas enquanto o governo zerou o orçamento da área de trabalho.
Esses casos exemplificam como os Estados gastam o dinheiro do contribuinte para manter os sistemas de Justiça. Estudo da plataforma Justa, que analisa os dados de tribunais, defensorias públicas e ministérios públicos, mostra que os Estados consomem até 12,5% do Orçamento para pagar as contas das instituições ligadas ao Judiciário local. Esse porcentual encontrado nos Estados é bem superior ao da União, que gasta 1% do Orçamento com o Poder Judiciário, o Ministério Público e a Defensoria Pública federais.
Em 2022, foram gastos R$ 52,4 bilhões pelas instituições da Justiça estadual em 12 Estados avaliados pelo estudo. Boa parte desse dinheiro serviu para pagar salários. De cada R$ 100 destinados ao Judiciário estadual, R$ 71 foram para bancar a remuneração de juízes, procuradores e defensores. O estudo avaliou os gastos de 12 Estados, que representam 70% dos orçamentos estaduais do País, entre eles São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Paraná e Maranhão, no ano de 2022, período mais recente com dados disponíveis.
O Maranhão foi o Estado que mais gastou com as instituições de Justiça em 2022, proporcionalmente ao orçamento total. Foram R$ 2,8 bilhões com o Tribunal de Justiça, o Ministério Público e a Defensoria Pública, o que representa 12,5% de tudo que foi gasto pelo governo estadual. Enquanto o orçamento total do Estado cresceu 13% entre 2021 e 2022, o das instituições de Justiça aumentou 50%.
Só as despesas com o Tribunal de Justiça (R$ 2 bilhões) superam tudo que o Estado gastou com transporte, assistência social, saneamento, cultura, gestão ambiental, trabalho, comércio e serviços, indústria, organização agrária e habitação somados no mesmo. O valor também é maior do que o gasto com as polícias militar e civil (R$ 1,7 bi). Além disso, o dinheiro é três vezes maior que o gasto das três instituições de ensino superior do Maranhão.
No mesmo ano em que liderou os gastos com o sistema de Justiça, o Maranhão foi o Estado que menos investiu em segurança pública em proporção à sua população. Em 2022, o Estado gastou R$ 2 bilhões na área de segurança, o equivalente a R$ 288 por habitante, enquanto os Estados gastaram em média R$ 593 por habitante, de acordo com dados do Tesouro Nacional.
Mas o que justifica toda essa despesa? A maior parte da explicação (R$ 1 bilhão, ou 51%) está na folha de pagamento dos órgãos maranhaneses. O salário dos juízes e desembargadores, que não pode ultrapassar o que um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) recebe por mês – R$ 39.293,32, na época – é turbinado por auxílios, férias vendidas, folgas remuneradas e benefícios criados e aprovados pela própria categoria. Como o Estadão mostrou, uma série de penduricalhos nascem sem aprovação do Legislativo e criam uma verdadeira elite do funcionalismo.
Só no mês de julho de 2022, 326 juízes do Maranhão receberam acima do teto constitucional, de acordo com painel do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Esse grupo representa 96% de todos os magistrados da folha salarial do órgão maranhense. Em um único mês, 23 deles receberam acima de R$ 70 mil. Em vários casos, não é possível saber qual a natureza do benefício, pois o órgão informa o pagamento como “detalhe” ou “outra indenização”, sem especificar do que se trata na folha de pagamento que é divulgada publicamente.
“Temos um custo absolutamente exacerbado com o sistema de Justiça e que precisa ser revisto. É de se perguntar se, ao invés de investir tanto recurso na resolução de conflito, não seria melhor repartir esse recurso na origem, no diagnóstico e na prevenção do conflito, como é o caso da segurança pública”, afirmou Luciana Zaffalon, diretora-executiva do Justa, plataforma que realizou o estudo.
O sistema de Justiça no Brasil é formado pelo Poder Judiciário, que julga as leis, os políticos e os conflitos envolvendo a sociedade, pelo Ministério Público, responsável pela fiscalização do processo, e pela Defensoria Pública, que defende os cidadãos que não têm acesso à Justiça e até processa o governo quando o Estado não faz sua parte em áreas como educação, saúde e habitação. As categorias dessas instituições, no entanto, têm tido acesso a benefícios que não estão acessíveis para outros trabalhadores ou até mesmo para outros servidores públicos.
Os juízes brasileiros, por exemplo, têm direito a 60 dias de férias por ano, podem receber auxílio-moradia e são beneficiados com pagamentos por acúmulo de serviço, férias e folgas não tiradas que acabam sendo pagos como um extra no salário. Um levantamento do Tesouro Nacional revelou que o Brasil é um dos países que mais gasta com Judiciário no mundo. Os “penduricalhos” têm levantado questionamentos, críticas e até processos na Justiça por contrariar três princípios da Constituição: a existência de um subsídio, que não pode ser reduzido mas que deveria ser o suficiente; o teto constitucional, que limita o salário à remuneração de um ministro do Supremo; e a necessidade de aprovação legislativa para novos privilégios.
Estados aumentam despesas da Justiça sem aprovação da Assembleia Legislativa
O levantamento da plataforma Justa também revela que foram distribuídos R$ 2,6 bilhões em aumento de despesas para os órgãos de Justiça ao longo do ano sem aprovação das Assembleias Legislativas, enquanto outras áreas essenciais, como saúde, educação, agricultura e habitação, sofreram cortes.
Isso ocorre quando o governo resolve aumentar as despesas de determinado órgão no meio do ano e alega que o orçamento aprovado pela Assembleia Legislativa, geralmente no ano anterior, não foi suficiente. É o chamado crédito adicional.
Nos Estados, os próprios deputados estaduais têm deixado uma margem nas leis orçamentárias autorizando o governo a aumentar despesas e abrir créditos adicionais sem aprovação do Legislativo. Qual órgão vai ser beneficiado não entra na discussão.
“Na prática, o Legislativo está dando um cheque em branco para que os governos estaduais distribuam mais dinheiro sem que ninguém veja para as únicas instituições que têm poder para responsabilizá-los pelos seus atos. Isso coloca por terra os freios e contrapesos. O desenho compromete qualquer capacidade de responsabilização por ações e omissões do Estado”, disse Luciana.
O Maranhão foi o Estado que mais aumentou despesas da Justiça por meio do mecanismo. Em 2022, o governo do Maranhão distribuiu R$ 643 milhões em créditos adicionais para o sistema sem passar pela Assembleia Legislativa. Do total, R$ 216 milhões foram para as folhas de pagamento. Enquanto os tribunais receberam mais do que o previsto inicialmente no Orçamento, em outras áreas ocorreu o contrário. O valor gasto na educação ficou R$ 239 milhões menor do que o previsto. Procurado, o governo do Maranhão não respondeu aos questionamentos da reportagem.
Governos aumentam despesas da Justiça enquanto cortam em outras áreas
“Há de haver um enxugamento da máquina administrativa do Estado. Isso passa pelos três Poderes: pelo Judiciário, pelo Legislativo e pelo Executivo. Eu penso que se gasta muito com o funcionalismo público e precisamos atentar para os serviços essenciais, como saúde e segurança”, afirmou o ex-ministro e ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio Mello, ao falar dos gastos com o sistema.
O acúmulo de trabalho e o serviço prestado pela população são motivos citados pelos integrantes dos tribunais para justificar os gastos com o Judiciário. Segundo o CNJ, em 2022, foram baixados 1.787 processos por magistrado no País, uma média de 7,1 casos solucionados por dia útil. De acordo com o levantamento, essa produtividade aumentou 10% em relação ao ano anterior. Por outro lado, a taxa de congestionamento, que mede o porcentual de processos que ficaram represados sem solução, foi de 72,9%.
“O brasileiro, quando tem um interesse resistido, não acredita em outra solução se não a solução do Estado julgador. Isso ocasiona uma judicialização enorme, e aí há a avalanche de processos”, disse o ex-ministro Marco Aurélio. De acordo com ele, o sistema de Justiça é necessário, mas acaba criando gastos exorbitantes. “Os servidores gostam de engordar a remuneração mensal com hora extra. Isso não é bom em termos do fortalecimento da crença no Judiciário.”
O que diz o Estado
O Tribunal de Justiça do Maranhão afirmou que os salários acima do teto correspondem a verbas indenizatórias como licença-prêmio, férias e abonos de férias, além do abono permanência, pago para os magistrados com mais de 30 anos de serviço, autorizados pelo CNJ. Sobre a transparência, o órgão afirmou que preenche uma tabela padrão fornecida pelo CNJ e que, por isso, algumas verbas não se enquadram nas remunerações previamente estabelecidas e ficam sem especificação.
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O Diretor de Departamento de Gestão de Pessoal da Polícia Militar do Distrito Federal, Coronel Adriano André dos Santos Henriques, enviou na última quarta-feira, dia 06, o Ofício Nº 18/2024 ao também Coronel Alexandre Magno de Souza Nunes – Diretor de Segurança Institucional e Gabinete Militar do Tribunal de Justiça do Maranhão, comunicando a situação do ex-empresário Alessandro Martins.
No documento, a PM-DF diz que Martins ingressou nos quadros da Corporação na data de 04 fevereiro de 1991, no Curso de Formação de Oficiais.
Contudo, após ter sido declarado Aspirante-a-Oficial, Alessandro, solicitou seu licenciamento dos quadros da PMDF, “tendo sido efetivado à pedido na data de 09/03/1994”, conforme pode atestar a documentação encaminhada em anexo.
“Nesse sentido, esclareço-vos que o referido custodiado não ostenta a condição de policial militar, nem como “reformado”, e tampouco figura como detentor de benefício ou provento junto à PMDB.” Completa o documento.
Agora, diante da resposta da PM-DF, esse documento deverá ser apresentado para à Justiça maranhense que determinará a transferência de Alessandro Martins de Oliveira para a Penitenciária de Pedrinhas.
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Ex-presidente da Euromar está preso desde o último dia 21 de fevereiro no Centro Prisional da Polícia Militar do Maranhão, conhecido como “Manelão”.

Fotos do registro de Alessandro Martins preso em São Luís.
O ex-presidente da Euromar, concessionária de carros Volkswagen, Alessandro Martins de Oliveira, deve ser transferido para o Complexo Penitenciário de Pedrinhas a qualquer momento.
Ele está preso desde o último dia 21 de fevereiro no Centro Prisional da Polícia Militar da Maranhão, conhecido como “Manelão”, cadeia que fica dentro do Comando-Geral da Polícia Militar do MA, no bairro do Calhau em São Luís, destinado para cumprimento de penas criminais de ex-militares.
Ocorre que o Blog do Domingos Costa tomou conhecimento que a Polícia Federal do Distrito Federal respondeu a um documento enviado pela Polícia Civil do Maranhão no qual certifica que Martins não é PM reformado do DF.
De acordo com a PM-DF, Alessandro não faz parte do quadro da ativa e muito menos da reserva daquele órgão. O documento ressaltou também que o ex-presidente da Euromar não pode receber nenhum benefício como se fosse militar.
Ainda segundo a apuração do Blog do DC, Alessandro chegou a fazer o curso de formação para se tornar Policial Militar no Distrito Federal, contudo, ele deu baixa e não exerceu a função.
Agora, diante da resposta da PM-DF, esse documento deverá ser apresentado para à Justiça maranhense que determinará a transferência de Alessandro Martins de Oliveira para a Penitenciária de Pedrinhas.
– Prisão
Quando foi preso pela Polícia Civil do Maranhão, no segundo andar do edifício Palazzo da Renascença localizado no Jardim Renascença em São Luís, no dia 21 de fevereiro de 2024, Alessandro Martins foi levado para a Supervisão de Áreas Integradas de Segurança Pública (Saisp), seccionais área norte, localizada no bairro do Turu em São Luís.
Após o depoimento, seguiu para realizar os procedimentos de corpo delito no IML. E, de lá, para a Central Integrada de Inquéritos e Custódia Desembargador Raimundo Everton de Paiva, localizado na Avenida dos Franceses, bairro Outeiro da Cruz na capital maranhense.
Por meio de um dos seus advogados, foi apresentado um “documento” assegurando que Martins é Policial Militar reformado no Distrito Federal. E, baseado nesse documento, o juiz determinou que ele fosse preso no “Manelão”.
– O que diz a Seap-MA
O Blog do DC questionou a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap-MA) que alega cumprir o que determinou a justiça maranhense por meio de decisão, confira a nota:
“A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária esclarece que na noite do dia 21/02, Alessandro Martins deu entrada na Central de Inquéritos e Custódia da Comarca de São Luís. Na manhã seguinte (22/02), ele passou por Audiência de Custódia, na qual foi decretada pelo Poder Judiciário sua prisão preventiva, sendo determinado ainda pelo Juízo o encaminhamento do autuado para o Comando Geral da Polícia Militar do Maranhão, tendo em vista a manifestação da condição de policial militar reformado realizada pela defesa e acolhida pelo judiciário. Diante disso, a Seap em cumprimento à decisão, realizou a transferência de Alessandro Martins para o local, onde segue à disposição da justiça.”, Diz a íntegra da nota da Seap-MA
– O que diz o Comanda da PM-MA
Por telefone, o Comandante Geral da Polícia Militar do Estado do Maranhão (PMMA), Coronel PM Paulo Fernando Moura Queiroz, informou que o “Manelão” é de fato destinado para ex-policiais militares que cumprem pena. E que a PM-MA apenas cumpre uma determinação judicial que decidiu pela prisão de Alessandro Martins na unidade.
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Silêncio sepulcral! É dessa forma que o PDT está se comportando diante da atitude do deputado estadual Osmar Filho que é filiado ao partido e declarou apoio ao projeto de reeleição do prefeito de São Luís Eduardo Braide (PSD).
O PDT tem como pré-candidato a prefeito da capital o esforçado ex-vereador Fábio Câmara. E a atitude de Osmar, para além de ignorar o partido é um verdadeiro ato de infidelidade à legenda.
Osmar selou o compromisso com Braide e tornou público por meio de um vídeo publicado em suas redes sociais na última quarta-feira, dia 06. E desde então, nenhuma liderança do partido veio falou a respeito do assunto.
Espera-se o Diretório Municipal comandado pelo vereador Raimundo Penha e o presidente estadual do PDT, senador Weverton Rocha, digam algo à opinião pública e aos demais filiados do partido.
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Uma reunião ocorrida na noite de ontem dissipou uma série de boatos que circularam nos bastidores da política maranhense sobre um possível racha entre o governador Carlos Brandão e os considerados dinistas.
Ocorrido na casa do vice-governador Felipe Camarão, o encontro reuniu nomes como o presidente do PT, Francimar Melo, os deputados federais Rubens Júnior e Duarte Júnior, o secretário Bira do Pindaré, e os ex-secretários de Flávio Dino Clayton Noleto, Diego Galdino e, à distância, Ricardo Cappelli.
A reunião foi um recado direto a uma conspiração ardilosa de uma trinca de parlamentares que estão insatisfeitos com o governador Carlos Brandão, que tentam usar o nome de Dino para criar discórdias e iniciar um rompimento no grupo que venceu as últimas 3 eleições estaduais no Maranhão.
Intitutalada no meio político maranhense como “Caravana do Deserto”, o grupelho de desertores saudosos do poder de outrora recebeu uma resposta à altura de dinistas que sabem que marchar junto é o primeiro passo para a formação de um grupo vitorioso.
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No Dia Internacional da Mulher, a pré-candidata a prefeita do município de Arari, Simplesmente Maria, cometeu uma grande ato falho mesclado de muita indelicadeza.
O 8 de Março, no calendário mundial, é um momento de reflexão sobre a luta e as conquistas das mulheres, principalmente por igualdade e respeito ao longo da história.
Acontece que a pré-candidata arariense, de forma infeliz, usou exatamente essa data para menosprezar por meio de um vídeo (assista acima) a polêmica Ingrid Andrade, esposa do prefeito de Arari, prefeito Rui Fernandes Ribeiro Filho.
Qualquer que fosse o dia, a crítica seria válida, contudo, usar o Dia Internacional da Mulher da agredir uma mulher é algo completamente deplorável…

